sexta-feira, 1 de março de 2013

28/02/2013 - 20h41m

Mesmo que você tenha uma doença incurável tento fazer graça, porque sorrir é bom, eu acho. Se você pedir pra eu comentar sobre o que escrevi ontem: não lembro; mas peça uma explicação sobre uma frase específica e te darei milhões de motivos para ter escrito aquela merda. Acho que a vida vale muito mais que um carro, a regra não se aplica se o sujeito carro for um Hyundai Sonata. Muitas perguntas e poucas respostas na minha cabeça. Pra que vou ficar triste se voce está sorrindo? Meu futuro tá tão indeciso quanto o carro que o Eike Batista escolherá hoje. Faz bem colocar a língua no nariz num primeiro encontro ao vivo? Refletindo sobre mulheres, dinheiro e maconha. Teclado novo, mas as palavras ainda são as mesmas. Às vezes falo demais e um cala boca acaba doendo. Não tenho o senso do ridículo e acabo parecendo um animal. Sexo é interessante, eu estudaria psicologia apenas para aprofundar em sexologia. Uma lápide escrito R.I.P. (Rest In Pussy). Como revolucionar uma geração mal gerada? Primeiras impressões mal aplicadas. Administração, advocacia, marketing, publicidade, filosofia, finanças. Ainda vou beber syrup nem que seja para morrer. 200 palavras de um cérebro indecifrável.

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