sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

01/02/2013 - 22h14m



Te mato depois jogo seu corpo no forno. Pizza de brócolis ou arvrinha, mesma coisa. Voar, voar; subir, subir; ir por onde o Sthealt for. Espiga de milho para as galinhas, no caso. Pizza é massa, definitivamente. Alugando uma caixa de entulho para tacar todas vadias do meu bairro. Minhas armas são pretas, camuflagem. Eu fecho os olhos e uma fênix psicodélica aparece, como vou renascer das cinzas ainda vivo? Não sei por que ainda mexo com essa tal de vida. Um canavial de emoções. A vida é uma vadiazinha, diminutivo para não ser ofensivo. Vira o olho e vai para o inferno. Guardanapo para depois do sexo. Eu sou 10 mas Jesus é 1000. Dragão de Komodo, um pré-histórico. Tu tá tão gata que peguei uma bandeja de leite. Essa metamorfose. Dois ônibus te encurralando na beira do abismo. Arbustos balançam, minha mente vibra. Se o semáforo fica amarelo, é claro que aceleramos. O dom da adrenalina. Tão linda quanto aquele pôr-do-sol, aquele sorriso que ilumina meu dia, aquele cheiro que expande no ar, uma pele macia meio que: inexplicável. 200 palavras de um cérebro adormecido.

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