Te mato depois jogo seu corpo no forno. Pizza de brócolis ou
arvrinha, mesma coisa. Voar, voar; subir, subir; ir por onde o Sthealt for. Espiga
de milho para as galinhas, no caso. Pizza é massa, definitivamente. Alugando uma
caixa de entulho para tacar todas vadias do meu bairro. Minhas armas são pretas,
camuflagem. Eu fecho os olhos e uma fênix psicodélica aparece, como vou
renascer das cinzas ainda vivo? Não sei por que ainda mexo com essa tal de
vida. Um canavial de emoções. A vida é uma vadiazinha, diminutivo para não ser
ofensivo. Vira o olho e vai para o inferno. Guardanapo para depois do sexo. Eu sou
10 mas Jesus é 1000. Dragão de Komodo, um pré-histórico. Tu tá tão gata que
peguei uma bandeja de leite. Essa metamorfose. Dois ônibus te encurralando na
beira do abismo. Arbustos balançam, minha mente vibra. Se o semáforo fica
amarelo, é claro que aceleramos. O dom da adrenalina. Tão linda quanto aquele pôr-do-sol,
aquele sorriso que ilumina meu dia, aquele cheiro que expande no ar, uma pele
macia meio que: inexplicável. 200 palavras de um cérebro adormecido.
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